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13 de set. de 2012

Até onde vai sua banalização?

Bem, primeiramente perdoem-me pelo meu sumiço, confesso que foram mais de duas semanas sem um post. Mas como eu sempre falo aqui, a inspiração anda meio transparente ultimamente, às vezes eu tenho uma ideia no começo do dia, mas no fim quando vou postar, perco as palavras. Mas enfim, aqui estou eu, inclusive esse post é um rascunho e eu só finalizei agora. Vou ser sincera, talvez não poste todos os dias, mas as minhas ideias estão voltando. Daí eu tô fazendo uns rascunhos, e vou amontoando pra eu ficar mais despreocupada com a frequência de posts.

Mas voltando, vou falar de um assunto que eu acho que está sempre presente nos meus posts, mas eu nunca trato sobre ele diretamente. Porque estou cansada de quanto as pessoas tornam banal, fútil, o que é importante. Tanto na internet, quanto na vida real, sempre tem um chato lá pra banalizar tudo e mais pessoas chatas irem na onda e banalizarem junto. Enfim, separei dois tópicos pra falar sobre, acho que se eu escrevesse tudo junto, seria cansativo.

Música
Pra mim música é um conjunto de boas sensações, não se trata apenas de notas e partituras. Sempre que você ouve uma música, dá alguma sensação em você. Ânimo, emoção, êxtase, inspiração... enfim! Mas hoje em dia, as letras estão ficando cada vez mais toscas. Palavras inventadas e sem nexo misturadas com ritmos parecidos, sem falar nas mensagens que algumas passam, e não, não estão subliminares, estão muito explícitas. Um grande exemplo é o funk, não posso dizer que o odeio, mas posso dizer que odeio o que ele se tornou. O Funk original surgiu nos Estados Unidos, era um daqueles ritmos normais, dançados até por pessoas cultas, era uma mistura de jazz, com soul, com blues, essas coisas, mas aqui no Brasil? Se tornou um verdadeiro prostíbulo cantado (desculpem-me o termo, mas estou inspirada). Você já observou a letra? (Se não, não observe, é melhor), mais sujas, impossível. E enquanto muitos funkeiros dizem que rock é do diabo (Confundem com bandas de Death Metal e Black Metal), eles não param para pensar que o próprio funk faz alusão ao mal, só que a humanidade já está tão estragada que nem percebe. Mas não pense que sou baba ovo dos EUA não, a música dos EUA também já virou aquela coisa clichê, contam-se as bandas originais. Vão surgindo mais e mais bandas ou cantores de pop que cantam a mesma coisa, com o mesmo ritmo, sobre as mesmas letras. As músicas só falam de festas e festas e bebidas e curtição. PERAÍ NÉ?!! Eu quero mais música com sentimento, que realmente tenha um conteúdo e não como todas as músicas de hoje.

Redes Sociais
Aposto que a primeira rede social que você pensou foi o Orkut, né? (Se não foi, esquece) Apesar de agora ser uma rede social falida no mundo pós-facebook, eu realmente gostava dela. Acho até que era mais ilimitada em relação ao facebook, até pelo fato de você poder escolher seu plano de fundo. Também gostava muito das comunidades, achava o máximo aquelas que funcionavam como fã-clubes de livros e filmes, eu ficava horas lá só respondendo enquetes, baixando backgrounds disponibilizados, respondendo tags de opinião, etc. Mas aí se tornou aquela coisa em que as pessoas só criavam por interesse. Era aquilo de botar como título da comunidade "Ele: blá blá blá / Ela: blá blá blá... participe da comunidade e continue lendo", ou seja, só criavam aquelas histórias (muitas na maioria, bem toscas) para ganhar membros. Então depois surgiu aquilo de botar uma imagem bem feia e escrever "Repasse ou sua mãe será comida por zumbis", sério, eu achava aquilo o cúmulo do ridículo. Quando eu entrava no Orkut, dava logo aquela dor na vista. Então fui parando de entrar, até que abandonei de vez. Tem também a questão da blogosfera, não posso dizer que contam-se os blogs bons, porque ainda tem muito blog bom por aí, mas tomara que num futuro não muito distante, não piore. Você lê muito por aí post repetido (na maioria de moda) e muito blog que tá entupido de publipost (aqueles que só falam de parcerias). Claro, não tem nenhum mal em fazer parcerias, acho até uma coisa legal, tipo ganhar brindes com propagandas da loja, poder sortear algo para os leitores, enfim. Mas tem aquele blog que você vai na página inicial e só vê nomes de lojas nos títulos das postagens. E aí você vê o quanto a pessoa se vende para ganhar centenas de presentes.

Essas não são as únicas coisas que as pessoas estragaram, tem muito mais, só que só veio na mente essas, talvez eu faça uma continuação futuramente, se eu estiver clareado minha mente.
E você, o que acha?
13 de ago. de 2012

Sobre romances em livros

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Sou uma pessoa super racional e isso é fato. Não faço o tipo sentimental que vive se emocionando em histórias de amor e tal... (se bem que ultimamente estou mudando e chorando com cenas tristes de séries americanas, mas isso é assunto pra outro post, ok?). Nunca me interessei por histórias de amor em livros, se você checar meu histórico de leitura, vai ver que eu só leio livros de aventura, como Harry Potter, Percy Jackson & Os Olimpianos, etc. Então deduzi há alguns dias que não importa a qualidade da história ou quão consagrada ela seja, se for de romance, eu não gosto.

Deduzi isso quando decidi ler O Morro dos Ventos Uivantes de Emily Brontë, é uma história realmente boa, aquele tipo de história ícone, consagrada, que as pessoas usam como referência, do tipo "Não tão boa quanto O Morro dos Ventos Uivantes...". Pois bem, pedi opiniões, não parei de falar sobre ele no twitter (aliás, quem me segue no twitter tem que aguentar o quanto eu falo sobre algo quando quero ter) e enfim, pedi de aniversário prum amigo (falaê amigo se tiver lendo esse post!). Ok, ganhei o livro, o abri com tanto carinho e comecei a ler. Só posso dizer uma coisa, odiei. Sério, achei um saco e super entediante. Parei no capítulo três e o abandonei, a linguagem é muito difícil e a história é lenta. Mas calma fãs do livro, eu não tô dizendo que ele é uma merda - pelo contrário -, como eu disse antes, é uma história consagrada, só não é o tipo de narração que me atrai.

Concluí que o tipo de história para mim é aquele frio, direto e calculista. Ok, estou exagerando, é legal ter um casalzinho pra torcer, como por exemplo Rony e Hermione em Harry Potter, mas esse tipo de história em que os protagonistas se amam incondicionalmente e recitam palavras bonitas? Não curto nem um pouco. Talvez seja porque nunca tive uma experiência do tipo. Ou talvez seja somente porque acho entediante mesmo a ponto de preferir ler um diário de um psicopata.

Enfim, espero que esse meu coração de pedra amoleça e que eu não viva o resto da minha vida sozinha sem ninguém especial para dizer um "eu te amo" (tá vendo, tô começando a me entediar). E sinceramente, acho que já está começando a amolecer por causa das séries americanas, mas como eu disse antes, isso é assunto pra outro post.
11 de ago. de 2012

E os estereótipos continuam...

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Nessa sociedade de hoje só é aceito um certo grupo dominante, aquele de pessoas extrovertidas, que têm milhares de amigos, que saem para festas, que não têm medo de ser feliz... mas e o resto? O resto está lá, cheio de pessoas com interesses próprios, que não saem tanto para festas, que não têm uma vida social tão saudável, entre outras coisas peculiares. E entre esses grupos distintos, uma coisa passeia entre eles, chamada preconceito. E preconceito leva a estereótipos.

Ser uma pessoa estereotipada, nada mais é que olhar para uma pessoa e ver de cara um estilo que a sua mente formulou que é. Falo isso por experiência própria, afinal, estou cansada de pessoas me chamando de emo só porque uso casacos pretos, ando com fones de ouvido, tenho uma franja longa e ouço rock. Claro, porque eles devem pensar que se eles ouvem axé, eu devo ouvir também.

Uma coisa eu te digo: ser feliz dói, e dói bastante. Você tem que deixar de lado a opinião do povo e nem sempre você consegue. Tem que tentar disfarçar as suas manias, porque se as deixa evidentes é tachado de emo, drogado, patricinha, entre outros nomes (parágrafo inspirado no texto da Mia). Por exemplo, quando vou comer, odeio que os alimentos se toquem no prato, acho nojento, e quem vê diz que sou uma pessoa cheia de frescuras.

Se você defende as teorias de Einstein, é pagão, se fala muito sobre Deus, é religioso obcecado. Se você ouve Queen ou The Beatles lá vem um chato dizer que ouve "banda de velho". Se você admira um romance puro e inocente, é uma virgem mal amada. E sim, eu odeio Crepúsculo, mas acho que essa coisa de chamar os fãs de virgens idiotas não é coerente, não é porque uma pessoa é virgem que é idiota ou não é porque uma pessoa é romântica e sonhadora que é virgem. Mas hoje em dia as pessoas banalizaram isso, está presente em todos os lugares, nas músicas por exemplo - seja implícito ou explícito. Se você quer ou vive um romance puro, você é babaca. 

E é por isso que a taxa de pessoas depressivas está subindo, porque nem todo mundo é forte o bastante para lidar com esse tipo de gente que só vive acerca de uma função: humilhar os outros. Não vim falar aquela velha frase clichê "Todo mundo é igual por dentro" porque ninguém é assim, não mesmo. Todo mundo é tão diferente que isso gera briga, inveja, raiva e ódio, está tão difícil viver nesse mundo hoje em dia, que muita gente não aguenta.
9 de ago. de 2012

Da garota rejeitada

Ultimamente ando lendo tantos posts em outros blogs como um "diário", que falam da própria vida, que resolvi aderir ao modelo. Mas o fato é que eu realmente estou precisando desabafar, e não me importo se as minhas palavras vão agradar ou não. Bem, eu sempre fui uma garota magra, minha altura foi proporcional, mas meu peso, não. Isso se dá por causa da genética (eu acho), já que na minha família, a maioria é magra. Nunca me achei feia, somente magra. Tenho até uma certa vergonha de usar shorts, saias e vestidos (mas saias e vestidos é porque eu acho feio mesmo). Até que um dia decidi mudar isso, resolvi entrar para academia, fui aceita, já que a idade mínima é catorze (justamente a minha idade), porém só fiz uma aula (uma aula bem desgastante mas satisfatória), e no final dessa aula, os instrutores disseram que para continuar, eu precisaria de um atestado médico e do resultado de alguns exames. Pois bem, fui ao médico (pediatra ainda, já que meus pais devem me achar uma criança) e este disse que eu devia esperar os 16 anos chegarem para voltar a frequentar a academia.
Fiquei puts revolts, já que ele disse que eu não devia continuar pelo fato de que estou em desenvolvimento. Mas fiquei balbuciando na minha mente, "Se estou crescendo, já quero malhar para não ficar magrela", mas realmente, ninguém entende. Meus pais disseram para eu não continuar na academia, e que era melhor eu optar por um esporte (tipo judô, natação, vôlei, etc.) mas eu odeio vôlei, natação não há condições já que eu estudo de tarde e o único horário seria de manhã, mas entrar numa piscina fria em plena manhã não parece muito agradável e judô, não quero ficar com as costas grandes. Então pesquisei muito, e vi que bicicleta ajuda. Mas aí vem outro problema: não sei andar de bicicleta (pelo menos não sem rodinhas). Mas decidi que vou aprender, ou pelo menos vou tentar aprender, se não conseguir, ponho rodinhas na bicicleta e pronto!

Então vem outra questão: a de pintar o cabelo. Minha mãe sempre foi super protetora e nunca me deixou pintar o cabelo, mas eu entendia, afinal, eu não tinha vontade de pintar o cabelo. Porém agora a vontade veio, um dos meus sonhos é fazer mechas vermelhas na ponta dos fios, então eu falei para ela, como eu imaginava, recebi um belo não. Daí eu falei com ela, coisas do tipo "Mas o cabelo é meu", ou "Não sou mais criança", mesmo assim, nada de convencê-la. Mas então meu pai entrou na jogada, meu pai sempre consegue convencê-la, sempre tem pontos de vista coerentes. Ele começou a falar sobre a moda da época dele, como os desejos adolescentes são. Finalmente conseguiu arrancar um "Vou pensar" da minha mãe, que é meio caminho para um "Sim".

Enfim, o que mais me incomoda é saber que as pessoas ainda me tratam como criança, entende? Não poder fazer suas próprias escolhas, ter que pedir permissão para fazer coisas simples, ser levada a um PEDIATRA, ser rejeitada por tudo e por todos não é nada legal, por isso que eu quero fazer dezoito anos logo.
25 de jul. de 2012

O preço que se paga

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Estava eu, folheando meus antigos livros de Língua Portuguesa (para ser mais exata, procurando tirinhas da Mafalda, ^^) quando encontrei um texto que lembro que na época que o li (e fiz a interpretação de texto), gostei muito. Foi tipo assim, fiquei encantada com as palavras do autor (que infelizmente não me recordo o seu nome) e boquiaberta, pois era um autor brasileiro e vocês já devem ter notado que eu tenho uma certa rixa por literatura brasileira. 

Um dos meus versos favoritos era o que ele citava uma metáfora (que eu acho que eu já citei em um post aqui no blog) em que dizia que tínhamos que ser como ostras. A ostra sofre na hora de produzir sua pérola, pois ela tem que deixar um grão de areia entrar, este arranha seu interior e na hora de expulsá-lo, "nasce" uma pérola. Traduzindo: temos que sofrer para chegar ao sucesso. Mas a questão não é essa, um dos pontos principais do texto era quando o autor falava sobre solidão. Isso mesmo, ele narrava a trajetória de sua vida, contando que no colégio era um menino pobre e sozinho. Porém com esse tempo sozinho, ele aproveitava e escrevia seus textos, e era aí que ele brilhava.

Você pode se perguntar por que você não tem tantos amigos, por que algumas pessoas não entendem o quanto escrever é precioso para você, mas a verdade é que nessa sociedade, não valorizam os verdadeiros talentos, escrever para algumas pessoas, não é tão bom quanto sair para dançar à noite e só voltar de madrugada, não é tão divertido quanto só saber de ficar, ficar, ficar e pegar uma DST, por isso você é tachado de estranho aos olhos das outras pessoas. E às vezes você não sai tão bem em amizades, em amores, porque você não está tão acostumado com esse contato social, pois na maioria das vezes a sua maior companhia é um livro.

Esse é o preço que se paga por ser tão bom nas palavras, eu costumo dizer "Sou mais uma pessoa de palavras escritas que de palavras ditas", porque realmente, eu sei muito mais me expressar escrevendo, que dizendo. Nem tudo que tá dentro do meu cérebro, sai pela minha boca. Agora se você não gosta de ser assim, é melhor mudar, porque viver num poço de antissocialismo contra sua própria vontade não é nada bom. Sei que você pode não conseguir se relacionar, mas pelo menos tente ser uma pessoa melhor para aqueles que te valorizam, você pode até pensar que vai morrer sozinha, mas se você realmente quer mudar, mude. Pode ser difícil mas você deve decidir o que é prioridade, pode doer, mas o sofrimento compensa se o resultado for favorável. Tente ser o que você quer ser, tente brilhar nos dois lados.

Mas faça isso se você quiser mudar, se você gosta de andar sozinho, continue do jeito que você gosta, deixe que os outros falem, a opinião deles não muda a sua vida. Porém se você quer mudar, faça-o antes que seja tarde demais. Pesquisadores apontam que Isaac Newton (criador da lei da gravidade) morreu virgem, pra você ver, o cara era tão brilhante, mas não conseguia se relacionar no lado social.

Enfim, tente ser uma pessoa brilhante e elimine seu lado negativo. Elimine o que você acha que está lhe prejudicando e deixe o que você acha que mais vai lhe dar um futuro e o que está lhe fazendo feliz.

Me inspirei nesse assunto com o post que li no blog da Mia, não plagiei, somente usei como base a ideia e rumei para outro ponto.
18 de jul. de 2012

E o interesse? Cadê?

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Não sou a pessoa mais indicada para falar sobre como os blogs eram antigamente, até porque estou aqui no #GDA faz apenas oito meses e os outros blogs que tive não contam. Mas enfim, pelo que passo hoje, noto que muita gente não liga apenas para diversão. Tipo, quando decidi criar o #GDA, pensei na diversão, visitava blogs que admirava e queria sentir essa sensação, a sensação de escrever sobre o que penso e ver que pessoas concordam comigo, mas é triste ver que poucas pessoas realmente se interessam pelo que leem. Calma, não estou me referindo a ninguém - até porque a maioria dos que visitam aqui são leitores fiéis. Mas já reparei alguns  casos de pessoas que visitam uma vez, comentam dizendo apenas que o blog é lindo, seguem (ou dizem que seguem), pede pra seguir de volta e pá, nunca mais visitam o blog.

Eu quero participação! Eu quero leitores ligados, que comentam como eu comento. Eu sempre leio os posts dos outros blogs e deixo minha opinião longa e sincera nos comentários. Mas confesso, quando tem um post sobre algo que eu não entendo (por exemplo, tendências de moda), eu penso mil vezes antes de comentar para não falar besteira. Ou então quando um texto fala sobre algo que eu ainda não passei, ou que não entendo, eu apenas elogio as palavras. Mas acreditem, eu não passo só uma vista, eu leio palavra por palavra. Então por que as pessoas não podem simplesmente escrever num blog por prazer? Comentários importam, é claro, assim como seguidores, afinal, essa é a meta de um blog, você não pode simplesmente escrever pro nada. Mas do que adianta ter mais de mil seguidores se nem 50% participa do blog?

Eu não vou ficar com raiva porque uma pessoa comentou um texto enorme - pelo contrário - esses são os comentários que mais me conquistam. Não vou ficar com raiva se a pessoa me questionar, desde que deixe seu ponto de vista, é claro. Eu apenas não gosto daqueles que chegam com a maior cara de pau no seu blog, vão comentar e dizem "Seu blog é lindo, segue de volta? [url aqui]" Cara, tudo bem elogiar o design mas como já diz o nome, você tem que COMENTAR o post, falar sobre, dizer o que você acha.

Pra mim, ter um blog é realmente falar sobre o que você gosta. Enquanto tem gente aí só se importando com divulgações, parcerias, etc a verdadeira diversão é quando você escreve sobre o que lhe interessa, e vê que pessoas se importam.
16 de jul. de 2012

Talento vs. Mídia

Se tem uma coisa que me irrita muito ultimamente, é a mania de algumas pessoas idiotas de confundirem verdadeiro talento, com apenas mídia e divulgação. Me inspirei nesse assunto quando assisti um vídeo do PC Siqueira em que ele criticava One Direction. Tipo assim, o PC Siqueira pode ser meio chato às vezes, e previsível, já que você faz ideia do que esses vlogueiros vão criticar no Youtube. Mas o ponto de vista dele tá certo. Não vim aqui criticar One Direction, vim criticar os fãs de certos cantores e bandas.

Ok, se eu expresso minha opinião quanto a certas bandas/cantores, lá vem uma criatura falar "Você só fala isso porque tá com inveja", e aliás, essa é a única desculpa que eles conseguem inventar. Mas é triste saber que você só precisa colocar um rostinho bonito na mídia, escrever uma música pra ele (com rimas MUITO previsíveis por sinal) e , ele faz sucesso porque menininhas acham ele lindo e viram fãs.

Na minha opinião, pessoas talentosas são aquelas que não precisam de efeito para terem uma voz bonita, são aquelas que escrevem suas próprias músicas, são aquelas que não precisam ser lindas e maravilhosas para terem fãs de verdade. E muita gente destrói a própria imagem para defender certos cantores, sendo que estes nem sabem que tal pessoa existe. 

Mas aí você pensa "Ah, mas se fulano não tem talento por que tá aí no topo e todo mundo gosta?", é aí onde eu tô tentando chegar. Por causa da mídia, porque a televisão, a internet tá aí comentando que fulano é gato, onde fulano jantou, quem fulano tá pegando, etc. E quando as músicas são ruins, a aparência fala mais alto, e é aí que conquista uma massa de idiotas.

Então se liga! Acorda! Não faz tudo por seu ídolo achando que ele se importa com você, ele pode até dizer que tais fãs são os melhores fãs do mundo e coisas assim, mas ele só fala isso pra conquistar e dominar mais e mais os idiotas. O que tá por trás são pessoas normais, que pegam uma letra já escrita, vestem uma calça colada e pronto! Depois disso metade do mundo tá gostando dele. E é por isso que eu odeio o mundo.

Fãzinhas histéricas, se leram isso, podem vir criticar, olha a minha cara de quem se importa com vocês >> 
14 de jul. de 2012

Até onde você vai para ser "maneiro"?

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Vamos deixar claro: uma coisa é ser legal, outra é ser patético e histérico. Ou até como dizem “Maria vai com as outras”. Têm coisas que muitas pessoas fazem que já chegou a ser uma mania doentia na internet. Ou por acaso você acha que metade das pessoas que dizem ter transtorno bipolar (ou como elas falam, "bipolaridade", o que está errado já que esse termo se refere aos pólos da Terra) no Tumblr realmente têm? Eu só acho que as pessoas que realmente sofrem disso, não saem espalhando com o maior orgulho pela internet que sofrem disso. Ter transtornos (qualquer tipo de transtorno) não é um motivo para se orgulhar, ficar sofrendo alterações de humor repentinas não deve ser assim tão bom.

E tem também a mania de dizer que é ciumento, em todo canto fala que é ciumento, bio do twitter, descrição do facebook, descrição do tumblr... enfim! Tá até controlando as tirinhas memes com as piadinhas sem graça do tipo "Não sou ciumenta" "Awn, te amo" "Quem é Awn?" Peraí né?! Isso já perdeu a graça faz tempo! Ciúme pode ser uma coisa boa ou ruim, basta ser usado de um modo certo. E têm crianças, isso mesmo, crianças com somente 11 anos dizendo pelos perfis afora que são viciadas em vodca, sangue, Hitler... Se essas criaturas soubessem da metade das coisas que Adolf Hitler fez não estariam aí falando baboseira, e como uma pessoa de 11 anos gosta de vodca se nem pode beber? Essas pessoinhas criam essa máscara achando que só serão legais se pertencerem a esse padrão de idiotas que dizem que são bipolares, ciumentos, drogados, etc. Botem uma coisa na cabeça: isso não é coisa boa! Se você sofre de transtorno bipolar trate-se logo, vá para um psicólogo, converse com a parede, sei lá! Mas não deixe que isso lhe consuma! Se você tem ciúme excessivo, trate de se controlar, afinal, isso pode estragar o convívio com qualquer pessoa. E se você acha que usar drogas é maneiro, você tem sério probleminhas. Drogas estragam a sua saúde, seu convívio com as pessoas e podem lhe matar.

Mas onde eu tô querendo chegar, não é o fato de que se você realmente sofre desses problemas, você não presta. É claro que não, só tô falando que é ridículo você não sofrer de tais problemas e dizer que sofre por simplesmente querer pertencer a uma massa de pessoas ignorantes que acham que estão arrasando. Faça as coisas do seu jeito, aja como você é e deixe que os outros ajam da maneira deles, pois se eles são ridículos, somente eles estão perdendo.
4 de jul. de 2012

Strange? Me?

Não é novidade que as pessoas me chamam de estranha. Acho até que a maioria no mundo dos blogs, cria justamente um blog para compartilhar as suas neuras, psicoses e estranhezas com as outras pessoas. Mas o fato, é que sempre tem um chato na sua vida que acaba descobrindo o seu blog e vindo comentar com você sobre ele. E vocês deviam ver a minha cara nessa hora. Fico constrangida, vermelha, sem saber que desculpa inventar e uma vozinha na minha cabeça fica dizendo "Sai daqui, idiota..." O que acontece, é que meu blog é muito pessoal. Falando assim parece até que é um diário, mas eu não tenho paciência para diário, até porque tem tanta coisa que acontece na minha vida que eu mal tenho coragem de "falar" sobre tal fato comigo mesma, quanto mais sair escrevendo pro mundo.

Me considero realmente diferente das outras garotas, não somente pelo fato de não ser tão vaidosa (mas isso não quer dizer que eu não me arrumo hein?), mas pelo fato de que não tenho tanto receio pelo que os outros vão pensar pelo que falo. Sou introvertida sim, mas quando faço amizade com alguém, esse alguém tem que aguentar todas as baboseiras que falo. Não ligo para o que as pessoas vão pensar do que falo, até porque minha melhor amiga é do meu jeito, e posso ter tido influência dela. Mas enfim, quando muitas garotas estão tentando conquistar um garoto, por exemplo, elas se preocupam muito com o que ele vai pensar, mas eu só digo uma coisa: naturalidade vai te fazer sentir bem melhor. 

Sou extremamente estranha, falo de pôneis, passo a maior parte do tempo livre numa aula por exemplo, lendo do que conversando, invento palavras e risadas, prefiro mil vezes um Alvo Dumbledore velho e sábio do que um mocinho sem camisa e sarado e se alguém ou algo me incomoda, critico esperando que ajude. Alguns até me acham grossa por causa disso, mas apenas sou realista. O que tá faltando nessa massa de pessoas hipócritas chamada sociedade é realismo. Tudo bem que sonhar de vez em quando e pensar pelo lado positivo não faz mal. Mas de vez em quando. Certa revista chamada Superinteressante (uma das minhas inspirações de neurose) constatou que estudos disseram que quem é feliz morre logo. Até que concordo de um certo modo, a felicidade não é concreta, não tem um ponto específico nem um fim, é constante. Continue lutando sempre, pare um pouco para admirar a vista mas volte para a batalha. Tenho agonia a certas pessoas justamente por elas serem felizes demais e felicidade em excesso é irritante. Pode dizer que pelo meu modo de pensar não tenho milhões de amigos, pode me chamar de antissocial, mas ainda tenho minha melhor amiga do meu lado: a minha opinião. E não, não sou antissocial, acho até que alguns dias sem contato humano enlouqueceria, afinal, para quem falaria minhas asneiras? Para a parede? Não né...
30 de jun. de 2012

Vazio

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Estou quebrada por dentro. Necessito muito de você. Talvez tenha sido uma enorme estupidez minha não agir, não falar. Mas esse é meu jeito. Perco muita coisa na vida por meu medo de agir. Talvez precise de você urgentemente, como quem precisa de oxigênio para viver ou amor familiar. Talvez esse meu vazio no peito signifique alguma coisa, signifique que não quero tê-lo apenas em sonhos, pensamentos, devaneios... Signifique que quero você aqui, agora.

Pode ser até impossível te ver de novo, às vezes me acho uma tola por te ver apenas por uma vez e já ficar encantada com o jeito que você olhou para mim, as coisas engraçadas que você disse, mas tudo está guardado naquele dia, aquele dia está arquivado na minha mente. Talvez nunca tenha visto ninguém como você antes, só sei que me encantei. Deduções. Não passa disso, só deduzo coisas mas nada está totalmente claro em minha cabeça. Espero que um dia você saiba o quanto eu gosto de você, enquanto esse dia não vem, eu te espero.
21 de jun. de 2012

Neuras de uma infância anti-portas

UPDATE: Galera, essa semana eu estou cheia de provas, então só postarei nesse próximo final de semana, que é quando estarei de férias. Beijos e não deixem de comentar!

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Sou uma pessoa bem realista (de acordo com o meu professor de inglês - que também é psicanalista e sabe distinguir a personalidade da pessoa só olhando a caligrafia dela), levo mais a sério a razão que a emoção. Então por essa razão (ou não) acho que pode acontecer um desastre em tudo, é tanto que esse cérebro medroso fica mandando mensagens para todo o corpo como se algo ruim fosse acontecer, ou seja, mau pressentimento.

Isso vive me perseguindo, se eu estiver atravessando a rua, tenho a impressão de que um carro do nada vai me atropelar (acho que isso acontece por trauma, já que muitos parentes morreram de acidente de carro), se estiver entrando em uma loja, tenho a impressão de que a porta (aquelas que se abrem para cima e se fecham para baixo) vai cair e esmagar meus miolos, tenho a impressão de aquelas portas automáticas de garagem (aquelas que se abrem de lado) vão me imprensar e não vai dar tempo passar, ah! Também tenho medo de porta de elevadores, parece até que quando vou passar, elas vão me esmagar. Tenho também aquele medo menos racional e mais sobrenatural, que é quando eu estou sozinha em casa fico olhando direto para a porta do banheiro (que fica entreaberta) e dá a impressão de que tem uma sombra estranha me observando (mais precisamente uma criatura de capuz), quando na verdade é a sombra da toalha.

Você deve ter notado que quase todos esses medos (menos um) envolvem portas não é? Então deduzi que eu tenho uma fobia contra portas. Pena que não encontrei um nome ideal para esse tipo de fobia portafobia conta?. Acho que tudo isso se dá à traumas de infância. Me lembro que quando eu era menor, quando brincava de esconde-esconde (ou pega-pega, não sei), saí correndo atrás de minha irmã mas ela fechou a porta antes de eu a alcançar, e fechou a porta no meu dedo. A porta era uma dessas portas "grosseiras", feita de ferro e velha. Como eu gostava de chorar (já falei sobre isso aqui) e a dor tinha sido imensamente forte (minha unha caiu) soltei um longo pranto. Fui parar no hospital onde a médica me receitou uma compressa de água gelada e quente todo dia. Se eu não me engano, tinha apenas cinco anos, e isso se repetiu mais duas vezes com a mesma brincadeira. Também assistia muito esses filmes infantis que tinham muitas bruxas abrindo portas, (aquele tipo de cena que as crianças ficam escondidas e só vendo o trinco se mexer ou uma mão horrenda aparecer) e isso também complementa.

Então deduzi novamente que tudo isso se deu por traumas de infância. Li sobre isso e pelo que entendi os traumas de infância permanecem no subconsciente e depois de maior, a pessoa o encaixa no comportamento atual. E isso atrapalha muito, pois você fica com aquele pensamento encucado na sua cabeça de que "Portas são perigosas, elas podem te machucar..." quando na verdade elas só são pedaços de madeira (ou outro material) que servem para tapar a passagem. Bem, se isso é fobia não sei (está mais para não), só sei que isso fica preso em minha mente, e mesmo quando tiver cinquenta anos, vou olhar para as portas de um jeito diferente. E você, tem algum trauma de infância?
17 de jun. de 2012

Opinião é opinião...

... e eu não vou mudar a minha por sua causa.
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Convenhamos, é realmente chato uma pessoa não ter os mesmos gostos que você tem e ainda vir falar sobre isso, mas pense bem, ela tem uma coisa: opinião, e a opinião vem da mente dela e não é por sua causa que ela vai mudar o jeito de pensar. Agora eu só vejo gente postando fotos no Facebook sobre respeito, falando sobre isso no Twitter... Realmente, tem gente que gosta de perder seu tempo xingando os fãs e dizendo piadinhas sobre tal banda/cantor, mas se você tirar a parte vulgar, verá que ela está expressando sua opinião - o que é um direito de todo cidadão, liberdade de expressão. Mas ela está apelando por mal educação, que é coisa de quem não tem bons argumentos e acha que se falar palavrão, vai arrasar.

Mas ninguém nunca pode tirar a nossa opinião, por mais que certos fãs se doam por causa disso, é um direito de qualquer pessoa não gostar de algo (no meu caso, não suportar), por isso vou logo falando:

Não gosto de Restart porque acho as músicas feias e o estilo deles de se vestirem ridículo;
Não gosto de Justin Bieber porque acho a voz dele feia e não suporto as músicas;
Não gosto de One Direction porque primeiro não gosto de boybands e acho que eles são só mais uma dessas e segundo porque acho que eles são moleques;
Não gosto de funk e não preciso dizer o porquê;
Não gosto de Demi Lovato, Selena Gomez, Miley Cyrus porque não acho elas têm tanto talento.

E entre uma imensidão de outras coisas!

Agora me diga, isso muda alguma coisa na sua vida? Se você é fã de verdade de um desses que eu citei, pra quê se doer com a minha opinião? Nunca vou deixar de expressá-la e se ver alguém falando mal de Paramore, Linkin Park, Avril Lavigne, Oasis, Green Day e outras bandas que curto vou discordar, dizer "Ok" e ignorar, porque acho que a minha opinião é uma das coisas mais preciosas que eu tenho e ninguém pode tirar. Pode dizer que o que tenho é inveja, despeito, mas sou feliz com a minha vida e não preciso ser igual a uma dessas celebridades para se sentir satisfeita. Então pode vir me chamar de fdp, mas isso só vai me fazer ter pena de você ;)

Botei esse vídeo porque gosto da letra, hihi ^.^
23 de abr. de 2012

Uma exceção nesse imenso planeta

Ok, exagerei no título. Mas antes que algumas pessoas que se ofendem rápido continuem a ler, eu vou dar uma advertência: Esse post é totalmente opinativo, trata-se do meu ponto de vista sobre o que muita gente pode discordar. Bem, esse é um meme que eu vi no blog Wink, e que achei interessante e resolvi postar aqui, já que a Mia disse que os leitores poderiam "pegar". Funciona assim: Você escreve 4 coisas que todo mundo - ou nem todo mundo - gosta e você não. Então, vou opinar agora ok? Ah e se você discordar por favor, seja educado(a) e não xingue!

1. Tumblr's
Sim, eu tenho um Tumblr, mas não, eu não uso. No começo eu achava legal mas depois se tornou um poço de depressão e gifs repetidos. Sempre era dividido em dois lados, primeiro os que postavam textos depressivos e diziam que cortar os pulsos e ser bipolar é estilo de vida. Caro emo, transtorno bipolar é uma doença e se você corta seus pulsos, você tem probleminhas e precisa de tratamento. E segundo, os que postavam gifs com piadinhas e tirinhas memes. Eu confesso, tem muitas engraçadas e são até legais, mas é só isso? Por isso que eu prefiro ter um blog, porque eu gosto de escrever textos bons, não aqueles curtos que falam "Essa vida é uma merda e eu vou me jogar no rio da morte" e têm a foto de um pote de Nuttela. E às vezes você quer ler algo mais produtivo do que gifs com trocadilhos repetidos. Então a minha dashboard tá lá mofando e eu só reblogo alguns posts de fã-clubes de Sobrenatural, Paramore ou Linkin Park, hihihi.


2. Praia
Fa6b9b2c8d8e11e1a87612313804ec91_7_largePraia tem tudo para ser um lugar perfeito, mas só se você ficar olhando a paisagem. Eu simplesmente tenho agonia àquela água salgada penetrando minha pele e entrando nos meus olhos. Eu não gosto de nadar no mar, primeiro porque as ondas não lhe deixam nadar em posição constante (Olha a Física minha gente!), segundo porque para nadar, você tem que ver senão vai acabar batendo em alguém, então não dá porque seus olhos ardem muito e terceiro que o mar tem muitas limitações, se você quiser nadar com liberdade não vai poder por causa das ondas que puxam ou dos tubarões que podem lhe atacar. Sendo assim, eu prefiro mil vezes nadar numa piscina do que ir à praia. Então essa é a única graça que teria a praia, porque eu não gosto de me bronzear, prefiro ser branquinha do meu jeito. Sem falar em certas pessoas que frequentam a praia, ficam colocando aquelas músicas techno brega com letra que não vale nem a pena comentar. Mas ir à uma praia quase vazia é uma boa, botar os fones de ouvido e ler um bom livro ou revista com os pés na areia é uma sensação boa. E vou confessar, a paisagem é realmente linda.


3. Shows/Festas/Curtição
Tumblr_m2l6jcgsmi1qd7u9to1_500_largeVou imitar a Mia e citar este tópico também. Eu simplesmente não vejo diversão em ficar num lugar amontoado de gente. Mas isso depende do jeito de ser de cada pessoa, que no meu caso, eu sou quieta. A última vez que fui a uma balada, eu fiquei olhando pro teto e liguei pro meu pai vir me buscar (hard situation). Acho muito mais divertido ficar em casa fazendo o que eu gosto: Escrevendo, atualizando o blog, twittando, assistindo seriados (Lê-se: Sobrenatural, Modern Family, The Big Bang Theory, etc.), comendo meu sanduíche caseiro imitação do Subway (sou chef de cozinha, u.u), lendo minha coleção de livros do Rick Riordan e lendo minhas edições da Superinteressante... velho, tem coisa melhor? Até porque eu não sou boa em conhecer gente nova, e NÃO eu não sou antissocial. Até acho que a vida sem os parentes e amigos ficaria muito vazia.


4. Glee
No começo, vi muita gente falando que era bom e coisa e tal, então assisti e odiei. A partir daí não conheço ninguém que não goste (apenas minha melhor amiga). O problema não é o fato de ter um musical, acho música uma coisa muito boa e que traz bem-estar, então qual o problema em você participar de um grupo musical do colégio? Nenhum. O grande problema do seriado na minha opinião, é que eles meio que incentivam a pessoa a ser problemática. É tanto que o lema de Glee é "Todos querem ser um loser" (pra quem não sabe, loser é perdedor em inglês). COMO ASSIM VOCÊ QUER SER UM PERDEDOR? Que eu saiba, todo nós estudamos/trabalhamos por algum objetivo bom na vida. Se você estuda (agora estuda pra valer, não tô falando das pessoas que "enrolam") é porque você quer conseguir boas notas e quer aprender para fazer um bom vestibular e consequentemente ser um bom profissional. E se você trabalha, é porque você quer conseguir dinheiro para se sustentar, ou seja, pagar suas contas, ter um lar, etc. Mas voltando ao assunto de Glee, todos os personagens têm algum problema na vida e parece que eles gostam de ser assim, claro, você não deve se culpar se algo dar errado, mas deve tentar sair dos seus problemas usando a maturidade e não persistir. Adolescentes engravidando, pessoas sendo violentas, gays, lésbicas, e sem querer ser preconceituosa, afinal, esse mundo é de todos. E se você já nasceu homossexual, tudo bem, não tem como ser algo que não é, mas se você não é, vai ser algo só porque tá na moda ou porque pessoas descoladas são? Não né. Pense nisso.


Desabafei mesmo. Se você gostou da tag e quiser pegá-la, basta postar no seu blog e dizer que viu aqui no #GDA :) E você, concorda comigo?
13 de abr. de 2012

Platônico


Não sei ao certo qual a minha feição quando lhe vejo, as pessoas devem perceber a minha cara de idiota sonhadora. Não sei se escorre baba da minha boca quando estou lhe observando, não sei se minhas bochechas coram quando você mexe seu cabelo e nem sei se a palpitação do coração altera. Só sei que eu me sinto como se apenas você estivesse caminhando, como se um holofote estivesse contrastando a sua beleza. Você é como uma daquelas obras-primas que têm uma beleza até exagerada, aquela beleza inexplicável que causa uma estonteante admiração. Uma daquelas obras que cada detalhe é perfeito: O cabelo parece que reflete a luz do Sol e o vento o faz flutuar; seus olhos parecem pedras preciosas, penetram com o seu olhar; sua boca é a transmissora de sua voz que lembra uma melodia. Seus lábios... ah... seus lábios são um dos meus desejos mais imagináveis para uma história, quem sabe se conto de fadas existisse, você seria um príncipe que selaria o fim com um beijo... e quem me dera eu ser a princesa.

Não sei nem explicar o que sinto por dentro. Todos esses meus sentimentos me alertam prestes a explodir. Ah, queria eu poder apenas ter o seu olhar, acho que o meu maior sonho é falar contigo, querer apenas que você olhe para mim. Mas nos meus sonhos eu falo com você, mas apenas sonhos, aqueles de quando eu fecho os olhos e minha imaginação aflora.

Sei que a possibilidade de um dia te encontrar é de uma em um milhão, mas enquanto isso, meu estúpido coração continua a acelerar e meu estômago continua borboletando por dentro. Continuo a escrever essa minha história, esse meu final feliz.

Antes que me perguntem, NÃO, eu não estou apaixonada. Fiz esse post inspirada em uma amiga :)
29 de mar. de 2012

Tempo perdido

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Poderíamos ter todo o tempo do mundo. Poderíamos estar deitados na grama observando as nuvens, conversar sobre qualquer coisa que nos agradasse, fazer planos pro futuro. Mas acho que o futuro é o que exatamente lhe assustava. Por que você simplesmente não falou? As palavras expressam tudo que tiver em nossa mente, basta saber usá-las. Todo esse tempo que eu esperei, porém, nada, nem um 'oi'. Todas as minhas esperanças sobre você foram ao fundo do poço, quando achei que tudo poderia melhorar - ou piorar - não aconteceu nada, apenas ficou do jeito que estava. Por que você não levantou a cabeça e agiu? 

Agora, não temos nada a perder, o passado ficou para trás, e com ele todas as nossas - ou talvez só minhas - esperanças ficaram para trás, nada poderá ser feito, o tempo já se passou, não podemos dizer um 'tchau' nem um 'até logo', porque simplesmente faltou coragem, ou vai ver você não levava a sério, mas agora é tarde, você apenas deixou sobrando um tempo perdido. 

Esse é meu primeiro texto sentimental, então não sei se me expressei bem, mas enfim... Gostaram?
22 de dez. de 2011

Aquele que eu amo

você me tem nas mãosEle não precisa ser rico, ter dinheiro, não precisa ser "a mais bela de todas as flores", não precisa possuir um olhar de diamante, nem ser galanteador. Não precisa ser um príncipe - nem um sapo a procura de um amor - e nem possuir um reino de qualidades. Basta ter seus defeitos como qualquer ser humano e saber valorizar quem o ama, afinal, eu não procuro um príncipe ou um deus, eu procuro aquele que sabe me amar independente de minhas qualidades e de meus defeitos. Pois como eu disse, eu não tenho um amor deus eu tenho um amor humano.
26 de nov. de 2011

Eu preciso de alguém...

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Que entenda minha mente, interprete meus pensamentos, e afaste os meus medos. Preciso de alguém que mate meus fantasmas, abafe minha dor e faça o que eu tenho medo de fazer.
Preciso de alguém que zombe da minha covardia, que me aproxime de você, que se desface de príncipe encantado e acelere meu coração. Que me faça querer viver mais e mais, que fale por mim e que eu possa jogar toda minha culpa. Enfim... Preciso de alguém que me explique por que estou escrevendo isso agora.
20 de nov. de 2011

Ame-se

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É uma das razões da felicidade, amor próprio. Não importa como você se veste, não importa como você fala, como você pensa, enfim...
Importa o que as pessoas que realmente importam pensam de você, e se isso for mudar algo importante na sua vida. Deixe tudo que te prejudica para trás, comece a viver apenas para si mesmo e para aqueles que te amam. Mas ame os outros também, para que eles lhe tratem como igual. Afinal, "Preocupe-se mais com a sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e a sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam, é problema deles."
5 de nov. de 2011

Não mude pra me agradar

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Só isso que eu peço. Eu não me importo com a cor do seu cabelo, com o seu peso, com a sua roupa, eu só me importo se você me ama ou não. Isso vai fazer alguma diferença pra mim? Vai interferir na nossa amizade? Eu quero respeitar e ser respeitada igualmente. Não quero nada que está por fora, quero um sentimento que venha do coração, uma ternura verdadeira, não quero falsidade, quero conversa de amigo pra amigo. Que as indiferenças sejam superadas e os defeitos sejam melhorados, e assim todo mundo seja igual por dentro.
27 de out. de 2011

Onde está o amor?

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Já notou que todo dia aparece uma nova má notícia nos jornais e TV? Qual o motivo disso? Será que a humanidade gosta tanto de ferir o outro? Por que será que o ódio predomina mais um pouco que o amor? Eu queria um dia acordar e não ouvir nada que me afastasse do amor, queria ver uma sociedade que me libertasse desses rótulos e me deixasse respirar. "Amai-vos uns aos outros como a si mesmo", Jesus disse essa frase, o que ela significa pra você? Por que não a bota em prática? Será que é tão complicado enxergar a pessoa como um semelhante e um irmão? E ver que ela possui outras características boas que não sejam carnais e humanas, ver que ela possui uma alma e um coração suficientemente espiritual pra amar o seu próximo independente de sua raça, classe ou escolha. Não importa se x é assim, se y é assado, ele tem um coração com sentimentos.  Mas nós erramos, pecamos e nos levantamos imediatamente, pois não importa o tamanho do nosso erro, isso não interfere na nossa pessoa, o que nos falta é amor.
Vamos amar mais gente?